samba sexo e suicídio

C’est une ville qui vit les veines palpitantes
Du café conjuré par vos gestes hardis.
J’en prends; et l’amertume sublime en l’attente
Des voluptés d’angoisse et de tachycardie…

Les ultimes rayons de génie presqu’éteint,
De mon corps ramolli la dernière fulgueur:
Prenez, du peu que j’eus, le rien qu’en demeure.
C’est mon coeur qui se serre, quand c’est vous que j’étreins.

Péripathe hébété sous la bruine incessante,
Ne vivant qu’un présent éternel et haï,
Je lance mon corps dans les rues, fredonnantes
De cachaça, cocaïne, açaí.

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